Ex-secretário de Justiça e Direitos Humanos assume o comando da Susipe

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Michell Mendes Durans da Silva tem 38 anos e substitui o antecessor da pasta, Coronel Rosinaldo da Silva Conceição, que retorna à Polícia Militar do Estado após um ano no cargo.

Foi publicado na edição de hoje (07/06) do Diário Oficial do Estado, o decreto de nomeação do novo superintendente do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe). O advogado Michell Durans, ex-secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos é quem assume o comando do sistema prisional paraense por determinação do governador do Estado, Simão Robson Jatene.

Michell Mendes Durans da Silva tem 38 anos e substitui o antecessor da pasta, Coronel Rosinaldo da Silva Conceição, que retorna à Polícia Militar do Estado após um ano no cargo. O novo superintendente é formado em Direito pela Universidade da Amazônia (UNAMA), tem pós-graduação em Ciência Penal pela Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes e especialização em Direito Penal e Processual Penal pelo Instituto Damásio de Jesus, além de licenciamento em Criminologia e Medicina Legal.

O novo titular da Susipe tem vasta experiência nas áreas de direito criminal e direitos humanos e também já advogou para a Associação dos Militares do Estado do Pará. Michell Durans que até então comandava a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH), desde 2015, já ocupou ainda os cargos de presidente do Conselho Estadual de Justiça e Direitos Humanos; do Conselho Estadual da Diversidade Sexual; do Conselho Deliberativo Estadual do Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas; do Conselho Gestor Estadual do Programa de Proteção à Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte; da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo.

O novo superintendente também foi membro titular do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente; do Conselho Estadual da Mulher; do Conselho Estadual da Juventude; do Conselho Estadual de Apoio às Pessoas com Deficiência; do Conselho Estadual da Pessoa Idosa, além do Conselho Nacional Deliberativo dos Programas de Proteção e da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo.

Por Timóteo Lopes | Foto: Wagner Almeida (Ascom/ Susipe).