Superintendente da Susipe visita Fazenda Citropar em Capitão Poço

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A Citropar já é parceira da Susipe no processo de reinserção de internos ao mercado de trabalho, desde 2016, e foi a primeira empresa do ramo do agronegócio a empregar mão de obra carcerária no seu quadro de funcionários.

O superintendente do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe), Michel Durans, realizou uma visita técnica na Fazenda Citropar, em Capitão Poço, na manhã desta quinta-feira (13), onde atualmente 11 detentos trabalham na lavoura de larajnas com quase dois milhões de pés da fruta.  O diretor de Reinserção Social, Ivaldo Capeloni, o diretor-geral Penitenciário, Cel Mauro Matos, além do Cel Mário Solano, do Sistema Faepa/Senar também foram recebidos pelo empresário, Júnior Zamperlini, dono da fazenda.

Os detentos que trabalham na lavoura estão custodiados no regime semiaberto no Centro de Recuperação Regional de Bragança. Com autorização da Justiça, durante a semana eles dormem em um alojamento na propriedade e retornam somente nos final de semana para a unidade prisional. Os reeducandos têm uma jornada de 8 horas diárias de trabalho e durante a semana eles ficam hospedados em um alojamento na própria fazenda.  Os detentos recebem uma bolsa no valor de um salário mínimo, e os dias trabalhados também servem para a remissão da pena.

A Citropar já é parceira da Susipe no processo de reinserção de internos ao mercado de trabalho, desde 2016, e foi a primeira empresa do ramo do agronegócio a empregar mão de obra carcerária no seu quadro de funcionários. Ao todo mais de 50 detentos já trabalharam na fazenda, sendo que cinco já terminaram de cumprir a pena e hoje são funcionários contradados.

O trabalho dos detentos é focado na oficina de manutenção de equipamentos, no manejo do palmar, retirada de ervas de passarinho, desbrotagem, adubação manual, plantio e poda dos pés de laranja. Para acompanhar os internos, um agente penitenciário da Susipe passa a semana com eles no alojamento da fazenda e os acompanha aos postos de trabalho.

Atualmente, o sistema prisional do Pará têm 1.801 internos envolvidos em atividades laborais, entre trabalho interno, externo e convênios que foram firmados com instituições que oferecem vagas de emprego para a população carcerária, dentre elas, três são instituições federais, duas instituições estaduais, cinco municipais, além de duas organizações sociais e 13 empresas privadas, que ao todo oferecem 473 vagas com o uso da mão de obra prisional. A taxa de reincidência criminal para pessoas que estão envolvidas nessas atividades é de apenas 9%.

Por Assessoria de Comunicação Social

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